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O Dia Mundial do Sono: dormir mal faz mal para o coração

No dia 16 de março (sexta-feira), o Incor promoverá campanha de conscientização, aberta ao público, sobre a importância de uma boa noite de descanso para a saúde do coração. Dormir bem é algo tão importante que a Organização Mundial de Saúde criou o Dia Mundial do Sono, que acontece no dai 16 de março (sexta-feira). A equipe do Laboratório do Sono da Disciplina de Pneumologia do Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP) realizará nessa data um ato de conscientização, com distribuição de folhetos educativos e orientação dos médicos à população, das 8h às 17h, na sede do Instituto – Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 44 – Cerqueira César. Seja por causa do trabalho, do estudo ou da balada, ou por motivo de doenças e distúrbios, como a apneia do sono, o fato é que milhões de pessoas não dormem o quanto deveriam e, pior ainda, nem têm a qualidade de sono que necessitam para recarregar as baterias da saúde. O Laboratório do Sono é uma das referências mundiais em estudo...

Noite mal dormida ativa região do cérebro responsável pela sensação de apetite

Pesquisa afirma que maus hábitos de sono podem levar pessoas a se tornarem acima do peso a longo prazo. Pesquisa da Uppsala University, na Suécia, mostra que uma região específica do cérebro que contribui para a sensação de apetite é mais ativada em resposta a imagens de alimentos após uma noite com poucas horas de sono, do que um noite de sono normal. Os maus hábitos de sono podem, portanto, afetar o risco de as pessoas se tornarem acima do peso a longo prazo. Os resultados foram publicados na The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. Os pesquisadores Christian Bento e Helgi Schiöth, do Departamento de Neurociência da Uppsala University, mostraram em um artigo anterior, publicado na American Journal of Clinical Nutrition, que uma única noite de perda total de sono nos jovens com peso normal limitou o gasto de energia na manhã seguinte . Esta pesquisa também mostrou que os indivíduos tinham níveis elevados de fome, o que indica que uma falta de sono aguda pode afetar ...

SAÚDE - COMPUTADOR PREJUDICA O SONO MAIS QUE BALADAS

Ficar na frente do computador à noite é pior para a saúde do sono do que be­ber, fumar ou sair para a balada. Uma pesquisa da Unicamp avaliou 710 uni­versitários e descobriu que, de cada dez pessoas que usam o PC à noite, até sete enfrentam problemas para dormir. Dentre todos os jovens analisados, 486 eram mulhe­res e 224 homens. Desse total, 60% (428) foram classifica­dos como maus dormidores. Esse índice subiu quando eram avaliados apenas os in­ternautas noturnos e os fu­mantes. O estudo concluiu que, en­tre os que usam a o micro das 19h à meia-noite, 73,3% fo­ram classificados como maus dormidores. Para quem assis­te à televisão no mesmo horá­rio, por exemplo, o sono foi prejudicado em 59,7% dos casos. De acordo com a psicólo­ga Gema Galgani Mesquita, autora do estudo, a lumino­sidade do computador, assim como a da televisão e a das lâmpadas, estimula os neurô­nios e desregula a liberação da melatonina, o hormônio do sono. Isso impede que a pes­soa chegue ao sono profundo e reparado...

Sono de má qualidade está associado a doenças cardíacas e à obesidade

Distúrbio do sono durante três noites por semana ou mais pode causar distúrbios cardiovasculares e metabólicos Pessoas que sofrem de distúrbios do sono estão em grande risco para a obesidade, o diabetes e a doença arterial coronariana , de acordo com uma nova pesquisa da Perelman School of Medicine da University of Pennsylvania, nos Estados Unidos.  A nova pesquisa também indica que os distúrbios do sono em geral (dificuldade em adormecer, em permanecer dormindo, e/ou dormir demais) podem desempenhar um papel no desenvolvimento de doenças cardiovasculares e metabólicas. As afirmações se pautam na análise de dados de mais de 130 mil pessoas "Estudos anteriores demonstraram que aqueles que dormem menos são mais propensos a serem obesos, terem diabetes ou doença cardiovascular, e são mais propensos a morrer mais cedo, mas esta nova análise revelou que os problemas do sono, como a dificuldade em adormecer, manter o sono , ou mesmo dormir demais, também estão associados aos p...

Estudantes do ensino médio têm melhor desempenho escolar quando dormem 7 horas

Jovens de 16 a 18 anos têm melhores resultados na escola quando dormem duas horas a menos do que o até então indicado. Estudo da Brigham Young University, nos Estados Unidos, descobriu que os estudantes de 16 a 18 anos de idade têm melhor desempenho acadêmico quando dormem cerca de duas horas a menos do que o recomendado para sua faixa etária. "Nós não estamos falando sobre privação de sono. Os dados simplesmente dizem que sete horas é o ideal nesta idade", disse o autor do estudo, Eric Eide. O novo estudo realizado por Eide e pelo professor de economia Mark Showalter é o primeiro de uma série de estudos nos quais eles estudam o sono e seu impacto na nossa saúde e educação. Surpreendentemente, as atuais diretrizes federais são baseadas em estudos nos quais os adolescentes foram simplesmente instruídos a continuar dormindo até se sentirem satisfeitos. "Se você usasse esta mesma abordagem para uma diretriz sobre o quanto as pessoas devem comer, você as colocaria em uma des...

Problemas para dormir aumentam em moradores de São Paulo

Pesquisa foi baseada em questionários e exames de polissonografia, principal ferramenta para diagnosticar os distúrbios do sono. A cada dia que passa, os moradores de São Paulo se queixam ainda mais de problemas para dormir. A afirmação é baseada nos resultados de uma pesquisa feita pelo Instituto do Sono, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), realizada com mais de mil pessoas entre 20 e 80 anos. Realizada em 2007, só agora a pesquisa tem seus dados tabulados e enviados para publicação em revistas científicas. A metodologia foi além da aplicação de questionários. Foram realizados exames de polissonografia, que é a principal forma de detectar os distúrbios do sono. Não é a primeira vez que a instituição realiza este tipo de pesquisa. Outras duas já haviam sido feitas, em 1987 e 1985, mas apenas com a aplicação dos questionários. A comparação entre os levantamentos mostra que houve um aumento em todas as queixas. Dificuldade para dormir e para manter o sono, ronco, bruxismo, so...